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Há anos que vê estas três expressões nas embalagens, provavelmente sem perceber bem porque é que importam. Aqui fica a explicação real, sem exageros.
Sem talco. O talco é um mineral tradicionalmente usado em pós e cosméticos compactos pela sua textura sedosa. A preocupação não é o talco em si, mas o risco de contaminação quando é extraído perto de depósitos de amianto — as marcas de confiança que usam talco testam-no rigorosamente, mas optar por produtos sem talco evita a questão por completo, recorrendo a alternativas como amido de arroz, mica ou sílica.
Sem parabenos. Os parabenos são conservantes que impedem o crescimento de bactérias e bolor no tubo ou no estojo. São usados em segurança há décadas, mas algumas pessoas preferem evitá-los devido à investigação em curso sobre efeitos de imitação hormonal em concentrações elevadas. As fórmulas sem parabenos usam conservantes alternativos — muitas vezes menos estáveis, razão pela qual estes produtos têm mais probabilidade de ter um prazo de validade definido.
Sem óleo. Esta depende sobretudo do tipo de pele. As fórmulas sem óleo têm menos probabilidade de obstruir os poros, o que as torna uma recomendação comum para peles oleosas ou com tendência acneica. Se a sua pele for seca, “sem óleo” não é uma opção inferior, mas pode querer aplicar um hidratante por baixo.
Então, a qual deve dar prioridade? Depende inteiramente da sua pele e do seu próprio conforto — nenhuma é obrigatória para toda a gente; são preferências pessoais com razões reais. Os nossos lápis de olhos e vários outros produtos da linha de cosmética são formulados desde o início sem talco, sem parabenos e sem óleo, para que não tenha de comparar três rótulos diferentes.
Leia o rótulo, não o marketing. No fundo, o truque é só esse.